As escolas não estão preparadas para receber crianças autistas - Autismo entre mães

30 de novembro de 2017

As escolas não estão preparadas para receber crianças autistas



A sanção da Lei nº 13.438/2017, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a adotar protocolos padronizados para a avaliação de riscos ao desenvolvimento psíquico de crianças de até 18 meses de idade. A nova norma foi publicada no Diário Oficial da União em 26 de abril.

A aprovação da lei é um marco porque a detecção precoce dos sinais da doença permitirá avaliar e tratar os transtornos de forma a trazer bem-estar mental e emocional para a criança. É uma profilaxia para o adulto”, comemora a dra. Ana Márcia Guimarães Alves, do Departamento Científico de Desenvolvimento e comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Graças a Deus O diagnóstico vai poder ser feito mais rápido o que possibilitará que uma criança se desenvolva rapidamente e isso é mais uma conquista para os autistas, mas ainda temos muitas outras coisas a serem conquistadas e a preparação das escolas para ensinar, entender e ajudar no desenvolvimento dessas crianças ainda é um sonho distante.

Hoje quando um autista vai para escola e tem alguma crise, ou não deseja fazer alguma tarefa proposta pela escola , os professores não sabem como lidar e muitas vezes a julgam como uma criança mal educada.

Se você é um professor e acha que nunca vai ter uma criança autista em sua sala de aula, está redondamente enganado pois pesquisas apontam que Segundo dados do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, existe hoje um caso de autismo a cada 110 pessoas. Dessa forma, estima-se que o Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, possua cerca de 2 milhões de autistas.

A falta de preparação dos professores é gritante. As escolas devem capacitar seus professores para saber lidar com crianças autistas, pois as mesmas não interagem da mesma forma que uma criança normal, e por esta dificuldade de interação e comunicação, os professores devem trabalhar de uma forma diferenciada buscando métodos diferentes para esses anjos azuis.


Escrito Por Adassa Santana (autismo entre mães)

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